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Um blog sobre design e fotos para vinhos com case studies, tutoriais e dicas de vinhos, design e fotografia.

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FERRAMENTAS DO DESIGN - elementos básicos


Como a linguagem verbal se pode decompor em diversas unidades de significado também a não verbal, a das imagens, se pode subdividir constituindo um alfabeto visual. Ou seja as imagens podem decompor-se em unidades de significado mais pequeno em função das suas componentes: cor e linha.
Os elementos básicos são a linha , o ponto, o contorno , o plano, a textura e a cor.
Cada um tem caracteristicas diferentes, desempenhando também funções diferentes numa composição.
O PONTO:
É a menor unidade de comunicação visual, é o elemento gráfico fundamental e pode intensificar o seu valor através da cor, o tamanho e a posição no plano.
Quando vemos vários pontos numa determinada composição, segundo o principio gestáltico de agrupamento, podemos construir formas, contornos, tons, cores (com imagens de semi tons criadas com tramas de pontos)
Caracteristicas:
-tem um grande poder de atracção quando se encontra isolado.
-Produz tensão quando se junta a outro ponto e define uma direcção.
- dá origem a outros conceitos como a cor quando aparecem varios pontos no mesmo campo visual.

A LINHA:
Tem a mesma importancia numa composição que tem a letra num texto
A linha é um conjunto de pontos que tanto pode definir o horizonte, um espaço abstracto,a dimensão ou os gestos de forma mais subtil, mais agressiva ou mais pacífica. A intensidade ou leveza com que se imprime uma linha num espaço revela por si só o estado emocional de quem a produz. Em termos técnicos, e como significado de várias situações de linhas, podemos definir: linha vertical, horizontal , oblíqua ondulante e quebrada.
A linha vertical, simboliza, como é obvio, verticalidade, equilíbrio, rigidez, autoridade.
A linha horizontal simboliza a tranquilidade do horizonte numa tarde de sol poente, o descanso nocturno, o limite de um prado verde,a passividade, a monotonia e o relax.
A linha obliqua, por seu lado, manifesta um desequilíbrio, é activa e dinâmica, sugere movimento e é o contraponto das duas anteriores.
A linha ondulante e a linha quebrada tem a ver com o sexo humano, ou seja, a linha ondulante tem características femininas pela subtileza das curvas sugerindo
sensualidade e corpo feminino. Por outro lado, a linha quebrada é masculina revela dinamismo irreverência agressividade e é activa.
Estas características podem ser associadas ao packaging, mais concretamente nos rótulos, embalagens ou em outros elemento, sem relação à tipografia aplicada, ao "sentido de leitura" ou aos elementos apelativos de composição.
Também é a parte integrante da construção formal de elementos de packaging. A sua força plástica e sintética pode influenciar psicologicamente o consumidor para a sua aceitação ou rejeição. Podemos concluir que se um determinado produto é destinado a um público feminino é obvio que não deveríamos utilizar linhas quebradas ou oblíquas por que estas características não fazem parte da personalidade feminina ou vice versa.

A linha, como elemento estético, sintético, subtil e nivelado tem características cujos efeitos se manifestam no inconsciente do consumidor, quando posto em confronto com essa realidade abstracta. Como elemento memorizante, é deveras eficaz pela sua simplicidade informativa, pois é mais facilmente repetida uma informação que é gerada no inconsciente, do que aquela que se manifesta no consciente. Sendo assim, as propostas minimalistas baseadas nestes conceitos de linha, quer pela sua expressão plástica quer pela sua utilização em formas ou tipografia, são adequadas a uma tipologia de mercado do tipo segmento médio alto ou alto, pelas características culturais e intelectuais deste tipo de mercado.
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Imagem Mês de Junho

Rótulo comemorativo de vinte anos de profissão de enólogo. Foi executado sobre papel texturado feito à base de fibra de algodão, sendo que o elemento apelativo reflete o conceito da nomenclatura da marca: Vigésimum (vigésima vindima). A trama que envolve todo o rótulo e simultaneamente, a garrafa, faz alusão aos tradicionais azulejos tão divulgados na Arte Nova, corrente estética onde nos inspirámos para desenvolver o conceito. O elemento central, cunhado em baixo relevo, reforça ainda mais a tendência e inspiração que serviu para o desenvolvimento deste trabalho. Fundamentalmente, optámos por fazer transparecer uma postura vintage num produto de elevada qualidade, valorizando assim ainda mais o objectivo da elaboração deste vinho único.
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7 Mares - vermute português


O vermute 7 MARES vai buscar o seu nome e a sua inspiração às viagens dos portugueses pelo Mundo, em busca das especiarias, em busca da felicidade. Portugal como nação ajudou a definir o mapa do mundo. Neste rótulo e como conceito de imagem foram utilizados ícones inerentes às descobertas e cultura portuguesa. Assim, podemos visualizar mapa mundi, espera armilar, meridianos, caravela etc, numa amálgama e diálogo entre estes itens que reflectem as descobertas e aventuras portuguesas. O tom predominante é um azul em variantes e degradés (o azul português, o azul do céu). Os elementos dourados reflectem por um lado o cordame das naus, os elementos decorativos nos castelos da proa e popa, por outro fazem-nos trazer à memória a típica e tradicional filigrana portuguesa.
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Vinhos Sidónio de Sousa

A execução técnica deste trabalho está aqui bem espelhada e não oferece dúvidas quanto à boa produção gráfica exigida, como se mostra na foto.
Quanto ao design própriamente dito, explorámos as formas orgânicas e estético-plásticas do logotipo que criámos para a Empresa produtora deste vinho.
Quanto ao vinho, a colheita das uvas foi feita no ponto ideal de maturação e manualmente, a fermentação efectuada em pequenos lagares, sem adição de leveduras nem enzimas, mantendo assim, os princípios enológicos tradicionais como forma de identidade revelada nos seus vinhos. O estágio dos vinhos tintos de Baga é efetuado em toneis de 4.000L de madeira avinhada, carvalho nacional “Piunço” com mais de 80 anos com o objetivo de manter intactos os aromas vínicos das castas, sem a presença excessiva do aroma a madeira nova .
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E se tivesse conhecido o Bill Gates antes da Microsoft? E o Steve Jobs antes da Apple?

Foto: Endeavour
A 7ª Gala Montepio Acredita Portugal é a oportunidade para isso mesmo. Dia 2 de junho os vencedores do maior concurso de empreendedorismo do país serão anunciados no Centro de Congressos de Lisboa. Entre os 21 finalistas, são escolhidos 7 vencedores, um por categoria, que são: Empreendedorismo Social, Prémio K. Tech (de tecnologia), Prémio Brisa Mobilidade 2017, Saúde, Materiais/Indústria, Produtos e Serviços. Depois de meses de trabalho, os empreendedores finalistas do Concurso Montepio Acredita Portugal irão apresentar o seu pitch perante investidores, conselheiros e parceiros e disputar os prémios em jogo. Este é um evento de promoção do empreendedorismo aberto ao público e de inscrição gratuita. A inscrição no evento é feita através de
https://www.eventbrite.com/e/bilhetes-vii-gala-montepio-acredita-portugal-33389734595?aff=Blogs
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Camisola 10


O equipamento do Benfica é composto na generalidade por camisola vermelha com gola, remates e calções brancos. Daí quando se fala do Benfica, dos encarnados, estamos a referir-nos baseados nesta cor caracteristica. Uma cor forte e vibrante como é por exemplo o característico vermelho ferrari. Indiscutível portanto a utilização desta cor neste projecto. O mítico nº 10 do Benfica usado por exemplo por Eusébio, Aimar, Gaitán, Rui Costa, Coluna, Valdo, Rogério Pipi Chalana, traz-nos à memória feitos gloriosos de vitórias aqui e além fronteiras. Neste caso outro elemento importante para este conceito seria então o nº 10 como mote e com o significado que acima escrevemos. Para reforçar a imagem. memória e utilização da camisola 10 o rótulo envolverá todo o perímetro da garrafa como se de uma vestimenta se tratasse. Para maior e afincada alusão todo o fundo será cunhado simulando a malha de uma camisola.
O nº 10 tema fulcral do conceito tem aqui predominância máxima sobressaindo do fundo através de cunhagem e relevo de pontos de costura, bem como está a ser estudada uma nova técnica gráfica para que os nºs sejam apostos separadamente sobre o fundo do rótulo. A produção técnica deste rótulo é exequível, obrigando no entanto a uma qualidade e produção gráfica de superior qualidade, apoiada também num papel novo feito à base de fibra de algodão, reforçando portanto ainda mais a vestimenta e o conceito que aqui se descreve. Queremos com esta alusão aos pontos de costura e relevo sugerir que este nº só é utilizado, só deverá ser utilizado, em ocasiões e por pessoas especiais, honrando assim a memória dos anteriores jogadores que vestiram este nº10. Queremos simbolizar o carinho com que se trata este nº elevando a atenção com um propósito de autenticidade e aplicabilidade diferenciada das demais camisolas. O texto em Ipsylorum fará alusão a esta mística, bem como o propósito e fundamento desta ideia/produto.
A marca CARMIM será reunida e aposta, com todos os elementos obrigatórios, de aprovação da comissão, no mesmo campo visual.
A embalagem, em tubo de cartão, obedecerá ao mesmo príncipio e conceito de que nos servimos, para desenvolver este trabalho de packaging, que projectámos e desenvolvemos sobre um propósito simples, minimalista mas contudo carregado de significado, força visual e psicológica.
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A importância do rótulo

A importância do rótulo na aceitação dos produtos pelos mercados
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Entrevista


Entrevista com o enólogo José Carvalheira, onde ele explica como degustar e pedir um vinho em linguagem bastante acessível. José Carvalheira é enólogo da Caves São João e assina muitas marcas portuguesas de excelente qualidade.

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S Joao Clássico

vendido
Esta marca icónica da Bairrada lança agora este vinho clássico. Fundamentá-mos a  imagem no tradicional elemento porque ficou conhecido o Frei João. Neste trabalho utilizámos um papel de extrema qualidade e em primeira mão, com produção técnica de alguma complexidade e exigência como se poderá visualizar na imagem. Quisemos traduzir e passar a mensagem do que nos foi pedido no briefing: um vinho com inequívoca referência ao tradicional e ao clássico.
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Aguardente Velhíssima Bágeiras


Esta aguardente Velhíssima da Quinta das Bágeiras envelhecida em pipas de carvalho com a capacidade de 50L foi exclusivamente elaborada a partir da casta Baga da Bairrada. Quisemos transmitir na imagem uma postura artesanal indo buscar a fonte de inspiração às noites medievais com os seus artefactos e símbolos, denotando-se o mais possível a oxidação provocada pelo tempo. A iconografia desenvolvida para este conceito reflecte uma postura estética e de equilibrio que pretendemos transmitisse ancestralidade e cultura histórica.
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Inspiração Vintage

Um rótulo de inspiração vintage, na qual foi imprescindível um grande trabalho de estampagem e cunhagem, aliado a uma profusão de elementos vegetais. O cortante reflete uma forma orgânica justificando, assim, o conceito vintage aplicado neste trabalho. Enfim, apesar de ser um rótulo carregado de informações, torna-se leve e delicado pela forma da garrafa e pelo conteúdo rosé.
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Quinta do Mourão

Para este Porto Velho produzido na Quinta do Mourão, criamos um rótulo baseado nos trabalhos artesanais da latoaria portuguesa, seus ícones e tipografia.
Embora o material de suporte seja papel simulamos o cobre com o seu brilho característico de metal e respectiva oxidação provocada pelo tempo.
Tal como a origem do Vinho, também o rótulo teria de reflectir antiguidade e processos autênticos, únicos e específicos. A simbiose do produto com a tonalidade do rótulo criam uma atmosfera intimista, sóbria e aconchegante.
A embalagem totalmente realizada em cortiça, de dois blocos únicos escavados, acondiciona o produto que, por questões de praticabilidade, está envolvido por sub-embalagem em madeira, criando-se assim uma atmosfera nobre, que utiliza materiais ecológicos e tradicionais.
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